castrar gato

A castração de gatos domésticos traz muitos benefícios para a saúde do animalzinho. Se os tutores não desejam ter ninhadas de gatinhos, o melhor é castrá-los.

A seguir, vamos saber quais são os benefícios da esterelização dos felinos domésticos. Sua castração traz benefícios para os tutores, para a saúde pública e, principalmente, para a saúde deles próprios. São os seguintes:

– Nas fêmeas, previne o câncer de mama, reduz o comportamento de cio, bem como diminui as chances de desenvolver doenças reprodutivas.

– Nos machos, diminui as possibilidades de desenvolver doenças testiculares. Além disso, favorece um comportamento mais tranquilo evitando brigas e disputas por marcação de território.

– Diminui acidentes, brigas e transmissão de doenças infecto-contagiosas como o vírus da imunodeficiência felina (FIV).

– Diminui o odor da urina de felinos machos.

– A expectativa de vida dos gatos e gatas esterelizados são muito maiores.

– Ajuda no controle populacional. Evitando ninhadas indesejadas, e de fato diminui a quantidade de animais abandonados.

– Felinos castrados são mais dóceis com seus tutores.

Qual é o melhor momento para a esterilização?

Para as fêmeas o melhor é castrá-las antes do primeiro cio, prevenindo assim o câncer de mama. Sem dúvida, o ideal é que o procedimento seja feito por volta de 4 a 6 meses.

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Estudos mostram que a castração muito precoce pode interferir no funcionamento hormonal e causar problemas no desenvolvimento do animal. A cirurgia pode ser feita em gatos adultos desde que não exista nenhuma contra-indicação para a sua saúde. Assim, o veterinário deve sempre ser consultado.

Consequências da não castração de gatos domésticos

Deixar de castrar os gatos pode trazer algumas consequências indesejadas. São elas: maior possibilidade de ter doenças relacionadas ao trato reprodutivo; persistente comportamento de cio em fêmeas; maior incidência de marcação de território pela urina; comportamento territorialista e agressivo aumentando assim as brigas entre eles; maior predisposição ao contato com doenças infecciosas; cruzamentos indesejados e ninhadas predispostas ao abandono.