Celulite: os remédios aprovados pela ciência para eliminá-la

12/07/2018 - 7:40 731 Views

A celulite afeta muitas mulheres, cerca de 80%, e nem sempre é simples eliminar. Na verdade, para combater a pele “casca de laranja”, existem muitas linhas de pensamento e não é muito fácil entender qual é a solução mais adaptada para a sua pele. Para explicar os inúmeros produtos e técnicas existentes, este artigo informará quais são os métodos não invasivos mais estudados pela ciência para a eliminação dessa imperfeição, graças ao estudo de 67 pesquisas científicas.

Alimentação e esporte

Uma alimentação saudável e uma boa atividade esportiva são certamente a base para começar a eliminar a celulite. Obviamente, não existe nenhuma dieta que seja capaz de fazer desaparecer completamente essa imperfeição da pele, mas é bom evitar: sódio, gorduras saturadas e açúcares simples. Portanto, é aconselhável não comer muitos frios, queijos curados, pão, manteiga, creme de leite, balas, mel e bebidas açucaradas. Quanto à atividade física, nadar e caminhar são muito adequados, enquanto que correr é desaconselhado. Isso porque os impactos com o solo podem gerar microlesões nos vasos e piorar a situação. Para resolver a celulite, a atividade física adequada deve ser constante e de baixa intensidade.

Cremes anticelulite e suplementos alimentares

Cremes anticelulite são a solução mais comum, mas nem todos se mostram eficazes. De acordo com estudos clínicos, aqueles que poderiam funcionar deveriam conter: cafeína, retinol e extratos botânicos, como ruscus, castanha e centelha asiática. O efeito terapêutico seria obtido estimulando a microcirculação que facilitaria a drenagem e a redução do inchaço. Deve-se ressaltar que, na maioria dos estudos, os cremes foram aplicados duas vezes ao dia, durante 2-3 meses. Os suplementos alimentares também parecem ser uma ajuda válida. Os mais adequados contêm antioxidantes e extratos vegetais, como nos cremes anticelulite. Além disso, suplementos com peptídeos de colágeno hidrolisado parecem funcionar não apenas para a celulite, mas também para rugas e unhas. E, para concluir, até mesmo o suco de arônia parece melhorar a aparência da celulite. Quanto aos suplementos, é sempre bom consultar o seu médico antes de tomá-los.

Fonte imagem: Pixabay

Estimulação mecânica

A massagem serve para estimular a microcirculação e a drenagem linfática da pele, mas deve ser feita com frequência. Além da massagem manual, que parece contribuir para a redução da celulite, a estimulação mecânica também parece ser uma solução. Esta massagem, com a utilização de aparelhos, consiste na pressão da pele e do tecido subcutâneo através de um rolo que se movimenta em círculos. Uma das melhores técnicas utiliza uma pequena esfera que suaviza o tecido adiposo, capaz de ativar a circulação sanguínea e linfática, firmando assim a pele. Esse tratamento pode ser feito nos centros de medicina estética e deve ter de 10 a 20 sessões.

Fonte imagem: mycarina.cu

Ondas de choque

Também as ondas de choque (ou ondas acústicas) seriam um bom remédio para a celulite. De fato, com um estímulo mecânico, melhoram a circulação sanguínea local, aumentando a produção de colágeno e fibras de elastina pelas células, melhorando assim a elasticidade da pele. Os estudos realizados confirmaram a boa eficácia das ondas acústicas AWT® de alta intensidade. Esse tratamento tem sido utilizado há vários anos para solucionar problemas médicos, ortopédicos e, graças à capacidade de “regenerar” o tecido, também são utilizados para a pele. O tratamento anticelulite pode ser realizado nos centros de medicina estética e os preços variam de acordo com a parte a ser tratada.

Raios Infravermelhos

Os raios infravermelhos agem penetrando no interior das membranas celulares, aquecendo-as e reativando a circulação local. Desta forma, intervém-se no excesso de líquidos localizados sob a pele. Eliminando o excesso de líquidos também se deveria diminuir a pele “casca de laranja”. O tratamento anticelulite é realizado nos centros médicos e cada sessão de tratamento dura cerca de 15 minutos.

Fonte imagem: medicinaonline.co